




Durante a segunda metade do século 20, o Brasil foi o país com a maior inflação em todo o mundo. Essa difícil trajetória só foi interrompida em 1994, com a implantação do Plano Real, que tornou estável a economia brasileira.
Conforme o Brasil atingia uma estabilidade econômica e vinha fortalecendo nossa moeda, o Banco Central, por medidas de preucaução contra a falsificação das mesmas iniciou um processo de pequenas alterações, buscando maior confiabilidade nas notas brasileiras e economia na sua produção.
Em 1997 começaram a entrar em circulação notas de 1, 5 e 10 reais com pequenas alterações em relação as anteriores. Aos poucos, as notas antigas foram sendo substituídas.
Em 1997 começaram a entrar em circulação notas de 1, 5 e 10 reais com pequenas alterações em relação as anteriores. Aos poucos, as notas antigas foram sendo substituídas.
As alterações das notas foram:
-A marca d´água deixou de ser a efígie da República, passando a ser a bandeira nacional.
-O papel ficou mais fino e o fio de segurança foi suprimido.
-A impressão do outro lado da nota passou a ser mais lisa.
e em 2003 houve uma nova mudança nas mesmas notas:
-Inclusão da legenda "República Federativa do Brasil".
-Papel mais grosso trazendo maior durabilidade.
-Cor verde mais escura.
-Barra em relevo para ajudar pessoas com deficiência visual.
-A marca d´água deixou de ser a efígie da República, passando a ser a bandeira nacional.
-O papel ficou mais fino e o fio de segurança foi suprimido.
-A impressão do outro lado da nota passou a ser mais lisa.
e em 2003 houve uma nova mudança nas mesmas notas:
-Inclusão da legenda "República Federativa do Brasil".
-Papel mais grosso trazendo maior durabilidade.
-Cor verde mais escura.
-Barra em relevo para ajudar pessoas com deficiência visual.
A apelo publicitário utilizado era : "Nosso dinheiro está ficando ainda mais seguro e durável.
Começando pela nota de 1 real."
http://www.bcb.gov.br/htms/mecir/cedula1real/Nota1RealRevista.pdf
Mas neste ano de 2010 ocorreram novas alterações.
Hoje, quarta-feira [03/02/2010], o Banco Central voltou a divulgar mudanças nas nossas cédulas. A explicação principal, foi a mesma utilizada anteriormente "O objetivo é dificultar as falsificações da moeda ", porém acrescentaram, "Segundo Guido Mantega, o intuito da mudança, além de evitar falsificações, é de deixar as notas de reais mais parecidas com as que são utilizadas na atualidade em outros países".
Começando pela nota de 1 real."
http://www.bcb.gov.br/htms/mecir/cedula1real/Nota1RealRevista.pdf
Mas neste ano de 2010 ocorreram novas alterações.
Hoje, quarta-feira [03/02/2010], o Banco Central voltou a divulgar mudanças nas nossas cédulas. A explicação principal, foi a mesma utilizada anteriormente "O objetivo é dificultar as falsificações da moeda ", porém acrescentaram, "Segundo Guido Mantega, o intuito da mudança, além de evitar falsificações, é de deixar as notas de reais mais parecidas com as que são utilizadas na atualidade em outros países".
Segundo o site da UOL, com tamanhos diferenciados e detalhes em alto relevo, o BC afirma que as novas notas vão atender às necessidades dos deficientes visuais, que têm dificuldade em reconhecer o valor das cédulas atuais, e continuarão a ser diferenciadas por cores predominantes, pois de acordo com o BC, isso facilita a rápida identificação dos valores nas transações cotidianas. Conterão também itens de segurança mais sofisticados e layout mais atraente, com destaque para as de R$ 50 e de R$ 100, que terão as atuais figuras de animais na horizontal e em imagem tridimensional.
Haverá um ganho de 30% na vida útil das cédulas de menor valor (R$ 2 e R$ 5, por exemplo), que hoje duram em média um ano, por causa da envernização do papel, explicou João Sidney Filho,chefe do Departamento de Meio Circulante do Banco Central. Ele enfatizou que, desde 2005, o BC vem trabalhando na segunda família do real com grande foco em segurança, como novas nuances nas tonalidades da marca d'água. Destaque ainda para a banda holográfica, existente na nota de R$ 20 e muito usada no euro.
Sidney informou que 83% dos países em todo o mundo adotam cédulas de tamanhos diferentes, como o euro, de forma a facilitar o manuseio para os deficientes visuais. Ele também lembrou que a antiga cédula do cruzeiro, na década de 1970, também tinha tamanhos diferenciados.
O tamanho da cédula será reduzido, de acordo com o valor. Hoje, todas são iguais, ou seja, medem 13,5 cm por 6,5 cm. No modelo novo, a de R$ 2 medirá 12,1 cm por 6,5 cm, e a maior, a de R$ 100, terá 15,6 cm por 7 cm.
A nova família de cédula do real vai custar cerca de R$ 1,15 bilhão ao contribuinte na substituição em três anos, já para a rede bancária, o custo adicional será "trocar as caixinhas" que separam as notas nos caixas eletrônicos, por onde circulam 70% do dinheiro em todo o país.
Sidney explicou que todo o meio circulante de 4,2 bilhões de unidades de cédulas atuais será substituído de forma gradativa, sendo que as notas de R$ 100 e R$ 50 começam em abril, com previsão de produção inicial de 200 milhões. Depois virão as notas de R$ 20 e 10, em 2011, e as de R$ 5 e R$ 2, no ano seguinte.
O BC prevê que até 2016 na copa, todas as cédulas ja tenham sido substituidas.
Haverá um ganho de 30% na vida útil das cédulas de menor valor (R$ 2 e R$ 5, por exemplo), que hoje duram em média um ano, por causa da envernização do papel, explicou João Sidney Filho,chefe do Departamento de Meio Circulante do Banco Central. Ele enfatizou que, desde 2005, o BC vem trabalhando na segunda família do real com grande foco em segurança, como novas nuances nas tonalidades da marca d'água. Destaque ainda para a banda holográfica, existente na nota de R$ 20 e muito usada no euro.
Sidney informou que 83% dos países em todo o mundo adotam cédulas de tamanhos diferentes, como o euro, de forma a facilitar o manuseio para os deficientes visuais. Ele também lembrou que a antiga cédula do cruzeiro, na década de 1970, também tinha tamanhos diferenciados.
O tamanho da cédula será reduzido, de acordo com o valor. Hoje, todas são iguais, ou seja, medem 13,5 cm por 6,5 cm. No modelo novo, a de R$ 2 medirá 12,1 cm por 6,5 cm, e a maior, a de R$ 100, terá 15,6 cm por 7 cm.
A nova família de cédula do real vai custar cerca de R$ 1,15 bilhão ao contribuinte na substituição em três anos, já para a rede bancária, o custo adicional será "trocar as caixinhas" que separam as notas nos caixas eletrônicos, por onde circulam 70% do dinheiro em todo o país.
Sidney explicou que todo o meio circulante de 4,2 bilhões de unidades de cédulas atuais será substituído de forma gradativa, sendo que as notas de R$ 100 e R$ 50 começam em abril, com previsão de produção inicial de 200 milhões. Depois virão as notas de R$ 20 e 10, em 2011, e as de R$ 5 e R$ 2, no ano seguinte.
O BC prevê que até 2016 na copa, todas as cédulas ja tenham sido substituidas.

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